As eleições estão chegando e com elas a mesma conversa desvairada dos anos anteriores. O pior é que a visão da população está cada vez mais restrita. Um certo desânimo tomou conta até mesmo dos pensadores, que outrora se indignavam com os descabidos atos dos cabos eleitorais. Hoje não se reclama de mais nada.
Já foi a época que os lados opostos discutiam e sempre tinham as denúncias de ambos os lados, que davam muito o que falar no trabalho. Ah, os debates em rede nacional, em várias emissoras, e era uma guerra de projetos e planos, que quase sempre caíam num bate-boca acalorado, onde ambas as partes se ofendiam com golpes quase que indefensáveis.
Agora o que restou? Um nada absoluto. Não se conversa sobre eleição. É como se tudo já estivesse previamente decidido, não deixando espaço para qualquer apreciação. Isso além de perigoso, do ponto de vista democrático, também é muito sem graça. Afinal, não sobra material para as piadas. Sinceramente não sei o que será dos nossos comediantes, o material é quase inexistente. Sobra apenas, sexo, o que para falar a verdade, já está também banalizado.
Aqui na minha cidadela o que se nota são apenas os carros com seus decalques imensos e é claro, o mesmo candidato com seu rosto risonho em todos eles, como já dissera anteriormente, nenhuma oposição, tudo igual. Já dizia o mestre "A unanimidade é burra!".
Anos atrás me perguntava num texto "Que país é esse?", inspirada pela música do Renato Russo. Hoje tenho a resposta na ponta da língua: Brasil, o país que não pensa! Pensar dá muito trabalho. Reitero, então, deixemos tudo como está e continuemos com nossa vidinha cotidiana.
Já foi a época que os lados opostos discutiam e sempre tinham as denúncias de ambos os lados, que davam muito o que falar no trabalho. Ah, os debates em rede nacional, em várias emissoras, e era uma guerra de projetos e planos, que quase sempre caíam num bate-boca acalorado, onde ambas as partes se ofendiam com golpes quase que indefensáveis.
Agora o que restou? Um nada absoluto. Não se conversa sobre eleição. É como se tudo já estivesse previamente decidido, não deixando espaço para qualquer apreciação. Isso além de perigoso, do ponto de vista democrático, também é muito sem graça. Afinal, não sobra material para as piadas. Sinceramente não sei o que será dos nossos comediantes, o material é quase inexistente. Sobra apenas, sexo, o que para falar a verdade, já está também banalizado.
Aqui na minha cidadela o que se nota são apenas os carros com seus decalques imensos e é claro, o mesmo candidato com seu rosto risonho em todos eles, como já dissera anteriormente, nenhuma oposição, tudo igual. Já dizia o mestre "A unanimidade é burra!".
Anos atrás me perguntava num texto "Que país é esse?", inspirada pela música do Renato Russo. Hoje tenho a resposta na ponta da língua: Brasil, o país que não pensa! Pensar dá muito trabalho. Reitero, então, deixemos tudo como está e continuemos com nossa vidinha cotidiana.








